“Onde a força de vontade é grande, as dificuldades não podem sê-lo.”
Nicolau Maquiavel.
Nascido em Reginopólis, Estado de São Paulo, aos 16/08/1927, filho de Servino Caetano e de dona Lazara Antonia Silveira de Jesus, era presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Presidente Alves, anteriormente ao golpe militar de 1964, tendo colaborado de forma decisiva e eficiente na arregimentação de trabalhadores rurais, para a invasão da Fazenda Jacutinga, de J.J. Abdalla, organizada e perpetrada pelo líder camponês Jofre Correa Netto, com a colaboração de José Ivan Gibin de Mattos. Esta participação rendeu-lhe perseguição por parte da polícia política durante muito tempo, que o mantinha sob vigilância durante todo o tempo. Preso com o golpe militar de Abril de 1964 foi processado pela Lei de Segurança Nacional e absolvido por falta de provas, continuando a atuar no Sindicato, na defesa intransigente dos interesses da classe trabalhadora, acabando por ser preso novamente em princípios de novembro de 1970 e levado para o Quartel do Exército de Lins. O investigador de polícia Carlos Rossa Netto, do DOPS/Bauru, mostrava o seu inconformismo, ao escrever em seus relatórios que Francisco Caetano, era um trabalhador rural atrevido, que dizia ler clássicos da literatura marxista, além de revistas e jornais, sendo estes costumes inconcebíveis para um trabalhador. É outra história que necessita ser melhor resgatada pelos estudiosos e interessados nos heróis anônimos da classe trabalhadora.
Nicolau Maquiavel.
Nascido em Reginopólis, Estado de São Paulo, aos 16/08/1927, filho de Servino Caetano e de dona Lazara Antonia Silveira de Jesus, era presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Presidente Alves, anteriormente ao golpe militar de 1964, tendo colaborado de forma decisiva e eficiente na arregimentação de trabalhadores rurais, para a invasão da Fazenda Jacutinga, de J.J. Abdalla, organizada e perpetrada pelo líder camponês Jofre Correa Netto, com a colaboração de José Ivan Gibin de Mattos. Esta participação rendeu-lhe perseguição por parte da polícia política durante muito tempo, que o mantinha sob vigilância durante todo o tempo. Preso com o golpe militar de Abril de 1964 foi processado pela Lei de Segurança Nacional e absolvido por falta de provas, continuando a atuar no Sindicato, na defesa intransigente dos interesses da classe trabalhadora, acabando por ser preso novamente em princípios de novembro de 1970 e levado para o Quartel do Exército de Lins. O investigador de polícia Carlos Rossa Netto, do DOPS/Bauru, mostrava o seu inconformismo, ao escrever em seus relatórios que Francisco Caetano, era um trabalhador rural atrevido, que dizia ler clássicos da literatura marxista, além de revistas e jornais, sendo estes costumes inconcebíveis para um trabalhador. É outra história que necessita ser melhor resgatada pelos estudiosos e interessados nos heróis anônimos da classe trabalhadora.
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