“Eu nego que a terra se mova em torno do sol... mas ela continua se movendo”.
[Atribuído a Galileu, na Inquisição, quando pressionado a negar sua teoria]
Natural de Canhotinho-Pernambuco, filho de Prisciliano Honorato da Silva e de dona Francisca Pereira da Silva, era ferroviário da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, e vice-presidente da Associação Profissional dos Ferroviários, sendo que ausência do presidente da entidade sindical, tentou presidir no dia 1º de abril de 1964, a Assembléia convocada para hipotecar apoio ao presidente constitucionalmente eleito, Sr. João Goulart. A Assembléia foi dissolvida pela então Força Pública do Estado, tendo a frente o então Tenente Ventrice, que utilizou bombas de efeito moral, tiros de fuzil e rajadas de metralhadora para conseguir seu intento. Sebastião acabou sendo o primeiro Preso Político Bauruense no período do regime militar, sendo escoltado a pé, da sede da Associação da Noroeste até a Delegacia de Polícia, por um contingente considerável de policiais. Ao chegar, o policial da Força Pública, Natalino Rodrigues, o Tatinha, ainda ironizou com os companheiros de farda: este bando de homem para prender o Bastião? Vocês estão de brincadeira comigo! Permaneceu preso durante sessenta dias, foi processado pela Lei de Segurança Nacional e absolvido por falta de provas, sendo posteriormente aposentado administrativamente e proporcionalmente dos quadros da ferrovia. Sebastião nunca militou em partidos de esquerda, sendo ligado a Igreja Católica e participante ativo de movimentos religiosos. Enquanto aguarda o governo decidir pelo reconhecimento de sua anistia, trabalha em uma pequena empresa de sua propriedade, especializada na reciclagem de plásticos. Grande figura humana e defensor intransigente da classe ferroviária, igualmente sempre está presente nos movimentos à que visam arrecadar recursos para entidades beneficentes e sempre está buscando criar, inventar algo de novo que seja de utilidade para a sociedade. Além de sua luta por melhores condições de vida para a classe trabalhadora, tem pautado sua vida pela defesa intransigente do meio ambiente, tendo sido um dos precursores em nossa cidade da reciclagem de plásticos, buscando tirá-los da natureza, reaproveitando a matéria-prima para confecção de outros produtos. Inovador, irrequieto está sempre buscando aperfeiçoar seus conhecimentos para colocá-los a serviço da comunidade.
Um grande homem e uma excelente figura humana que para nossa felicidade e alegria, ainda convive entre nós.
[Atribuído a Galileu, na Inquisição, quando pressionado a negar sua teoria]
Natural de Canhotinho-Pernambuco, filho de Prisciliano Honorato da Silva e de dona Francisca Pereira da Silva, era ferroviário da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, e vice-presidente da Associação Profissional dos Ferroviários, sendo que ausência do presidente da entidade sindical, tentou presidir no dia 1º de abril de 1964, a Assembléia convocada para hipotecar apoio ao presidente constitucionalmente eleito, Sr. João Goulart. A Assembléia foi dissolvida pela então Força Pública do Estado, tendo a frente o então Tenente Ventrice, que utilizou bombas de efeito moral, tiros de fuzil e rajadas de metralhadora para conseguir seu intento. Sebastião acabou sendo o primeiro Preso Político Bauruense no período do regime militar, sendo escoltado a pé, da sede da Associação da Noroeste até a Delegacia de Polícia, por um contingente considerável de policiais. Ao chegar, o policial da Força Pública, Natalino Rodrigues, o Tatinha, ainda ironizou com os companheiros de farda: este bando de homem para prender o Bastião? Vocês estão de brincadeira comigo! Permaneceu preso durante sessenta dias, foi processado pela Lei de Segurança Nacional e absolvido por falta de provas, sendo posteriormente aposentado administrativamente e proporcionalmente dos quadros da ferrovia. Sebastião nunca militou em partidos de esquerda, sendo ligado a Igreja Católica e participante ativo de movimentos religiosos. Enquanto aguarda o governo decidir pelo reconhecimento de sua anistia, trabalha em uma pequena empresa de sua propriedade, especializada na reciclagem de plásticos. Grande figura humana e defensor intransigente da classe ferroviária, igualmente sempre está presente nos movimentos à que visam arrecadar recursos para entidades beneficentes e sempre está buscando criar, inventar algo de novo que seja de utilidade para a sociedade. Além de sua luta por melhores condições de vida para a classe trabalhadora, tem pautado sua vida pela defesa intransigente do meio ambiente, tendo sido um dos precursores em nossa cidade da reciclagem de plásticos, buscando tirá-los da natureza, reaproveitando a matéria-prima para confecção de outros produtos. Inovador, irrequieto está sempre buscando aperfeiçoar seus conhecimentos para colocá-los a serviço da comunidade.
Um grande homem e uma excelente figura humana que para nossa felicidade e alegria, ainda convive entre nós.
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