“O preço da fidelidade é a eterna vigilância”.
Millor Fernandes
Hoje, ferroviário aposentado das Ferrovias Paulista S.A., como chefe de estação.
Nos anos 60, participava intensamente do movimento sindical de nossa cidade e como membro atuante da União dos Ferroviários da Estrada de Ferro Sorocabana, ajudou a organizar diversos movimentos paredistas em nossa cidade e região.
Por ocasião do golpe militar de 1964, foi preso pela polícia política Bauruense, permanecendo preso por treze dias na Delegacia de Polícia local.
Indiciado em inquérito, foi processado e absolvido pela Justiça local.
Perdeu promoções e licença prêmio por conta da prisão, mas não perdeu o espírito de luta. Foi um dos idealizadores da Associação dos Aposentados e Pensionistas de Bauru e Região, onde fez parte da primeira diretoria, sempre atuando ao lado do antigo companheiro das lutas ferroviárias, Arcôncio Pereira da Silva.
Continua atuando politicamente, fazendo parte do Partido Comunista do Brasil – PcdoB -.
Natural de Agudos-Sp.
Millor Fernandes
Hoje, ferroviário aposentado das Ferrovias Paulista S.A., como chefe de estação.
Nos anos 60, participava intensamente do movimento sindical de nossa cidade e como membro atuante da União dos Ferroviários da Estrada de Ferro Sorocabana, ajudou a organizar diversos movimentos paredistas em nossa cidade e região.
Por ocasião do golpe militar de 1964, foi preso pela polícia política Bauruense, permanecendo preso por treze dias na Delegacia de Polícia local.
Indiciado em inquérito, foi processado e absolvido pela Justiça local.
Perdeu promoções e licença prêmio por conta da prisão, mas não perdeu o espírito de luta. Foi um dos idealizadores da Associação dos Aposentados e Pensionistas de Bauru e Região, onde fez parte da primeira diretoria, sempre atuando ao lado do antigo companheiro das lutas ferroviárias, Arcôncio Pereira da Silva.
Continua atuando politicamente, fazendo parte do Partido Comunista do Brasil – PcdoB -.
Natural de Agudos-Sp.
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