“A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las.”
Aristóteles (384–322 a.C)
Como já vimos anteriormente neste trabalho, foi uma das principais lideranças ferroviárias de nossa cidade, fazendo parte da direção da Associação Profissional e participando ativamente dos movimentos populares que eclodiram em nossa cidade, e estando sempre à frente ou das reivindicações populares ou das ferroviárias que aconteciam com freqüência em nossa cidade. No final dos anos quarenta e início dos cinqüenta, formava um verdadeiro triunvirato de lideranças autênticas e destemidas dentro das oficinas da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, ao lado de Antenor Dias e Júlio Xavier. Com toda a certeza, deu o melhor de si, sem buscar "benesses pessoais", tão em voga nos dias atuais, tanto no meio político como no sindical.
Ao lado da grande maioria dos militantes do PCB, foi preso no início de Abril de 1964 e aposentado administrativamente em Outubro do mesmo ano, pelo ditador de plantão Castelo Branco, com base no Ato Institucional de 09/04/64.
Preso e aposentado administrativamente, proibido por Ato Presidencial de adentrar novamente ao serviço público, foi trabalhar como armador da construção civil, para seu sustento e de sua família.
Afastou-se completamente das atividades políticas no período pós 64 e mesmo tendo sido anistiado em 1979, não retornou as atividades políticas partidárias, entretanto, no período em que militou no movimento sindical e no partido comunista, o fez com seriedade e dignidade, deixando seu nome gravado para todo o sempre na história de nossa cidade.
Muitas vezes, iremos encontrar o nome de ENÉAS ILDEFONSO MARTINS, que se confunde com as lutas democráticas travadas em nossa cidade no período de 1946 a 1964.
Aristóteles (384–322 a.C)
Como já vimos anteriormente neste trabalho, foi uma das principais lideranças ferroviárias de nossa cidade, fazendo parte da direção da Associação Profissional e participando ativamente dos movimentos populares que eclodiram em nossa cidade, e estando sempre à frente ou das reivindicações populares ou das ferroviárias que aconteciam com freqüência em nossa cidade. No final dos anos quarenta e início dos cinqüenta, formava um verdadeiro triunvirato de lideranças autênticas e destemidas dentro das oficinas da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, ao lado de Antenor Dias e Júlio Xavier. Com toda a certeza, deu o melhor de si, sem buscar "benesses pessoais", tão em voga nos dias atuais, tanto no meio político como no sindical.
Ao lado da grande maioria dos militantes do PCB, foi preso no início de Abril de 1964 e aposentado administrativamente em Outubro do mesmo ano, pelo ditador de plantão Castelo Branco, com base no Ato Institucional de 09/04/64.
Preso e aposentado administrativamente, proibido por Ato Presidencial de adentrar novamente ao serviço público, foi trabalhar como armador da construção civil, para seu sustento e de sua família.
Afastou-se completamente das atividades políticas no período pós 64 e mesmo tendo sido anistiado em 1979, não retornou as atividades políticas partidárias, entretanto, no período em que militou no movimento sindical e no partido comunista, o fez com seriedade e dignidade, deixando seu nome gravado para todo o sempre na história de nossa cidade.
Muitas vezes, iremos encontrar o nome de ENÉAS ILDEFONSO MARTINS, que se confunde com as lutas democráticas travadas em nossa cidade no período de 1946 a 1964.
Sou neta do Enéas quem e vc
ResponderExcluirSou neta do Eneas
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